|
Numa sociedade em que a informação se tornou o bem essencial, a sua partilha entre os cidadãos é a única forma de evitar a acumulação nas mãos de minorias e a consequente escassez de recursos.
Diferentemente de outros bens no passado, a informação caracteriza-se por ser, simultaneamente, um bem apropriável mas também - e aí reside a grande esperança - um bem livremente
reprodutível.
Com efeito, a livre circulação da informação permite reproduzir até ao infinito um bem inicialmente escasso e tende a transformá-lo num bem livre.
A terra é um bem finito. O dinheiro, mesmo na versão fiduciária, é um bem finito, na exacta medida em que apenas o Estado o pode criar. Mas a informação não partilha dessa natureza, pois é, por natureza, não-finita.
Se conseguir vingar o princípio da liberdade de circulação da informação, teremos, sem dúvida, uma sociedade muito mais democratizada e próxima do cidadão, na exacta medida em que cada um de nós terá, de facto, acesso a uma parcela efectiva do Poder.
Esta
é uma revista sobre fiscalidade.
Aqui encontrará informação, comentários e artigos de opinião sobre
o dia-a-dia nos impostos portugueses, na tributação europeia, na
tributação internacional e na política fiscal, escritos por um profissional para outros
profissionais e para todos os interessados na fiscalidade.
Este é um lugar de partilha.
O Saber e o Conhecimento que cada um de nós possui, enquanto profissional, são algo de único;
partilhá-los é a primeira razão de existência deste site.
Este é um espaço de comunidade.
O acesso a este site é livre e gratuito.
Todos os textos são de livre acesso.
Outras opiniões e outros comentários
serão sempre bem-vindos e, desde que editorialmente adequado,
serão publicados com gosto.
|
|